Sentado numa cadeira,
Imagino paraíso.
Sentado numa cadeira,
Imagino o teu sorriso.
A cadeira desaparece
Para surgir a areia.
A nossa amizade permanece.
És como uma sereia.
Adoras o mar relaxante
Onde não nadas, mas vives.
Detestas o stress sufocante
E todo o ódio que tu sentes.
Adoras o mar pela calma da ondulação.
Adoras o mar pela sua instabilidade.
Detestas a cidade pelo ritmo e poluição.
Detestas a cidade pela sua regularidade.
Discussões, semáforos, buzinas.
Trânsito, desespero, carros a bater.
É um monopólio de rotinas
Que tu não queres viver.
Preferes a calma.
Preferes a brisa pura.
És única e a tua alma
É estranha mas segura.
Não demonstras o que sentes
Mas é extremamente sensível.
A mim nunca me mentes
Mas és muitíssimo imprevisível.
Não é que sejas má,
És apenas diferente,
E sempre que vens cá
Não consigo ficar indiferente.
Adoro-te miúda
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